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    Em 1789, a Revolução Francesa apresentou à sociedade moderna os ideias de liberdade, igualdade e fraternidade. No entanto, no que diz respeito ao uso dos agrotóxicos no Brasil, o princípio da fraternidade vai de encontro ao tema, haja vista que a persistência da utilização dessas substâncias afeta diretamente a sociedade.Constata-se isso por meio da bancada ruralista e na carência nas investigações. 
        Em primeiro plano, conforme o filósofo Karl Marx, a burguesia se apropria de bens estatais para defender os seus próprios interesses. Sendo assim, é possível perceber que a bancada ruralista defende o uso indiscriminado dos pesticidas agrícolas.Para exemplificar, circula no Congresso Nacional a PEC 383 ,uma medida que libera substâncias altamente nocivas à saúde da população. À vista dessa problemática, é inadmissível que tal cenário se concretize no país.
         Outrossim, de acordo com o pensador do século das luzes, Jeremy Smith, quando um delito não é punido de forma correta sucede a banalização do crime.No Brasil hodierno, tal sentimento é cada vez mais comum, posto que o número de agentes da Anvisa é insuficiente para investigar se o uso e o descarte dos agroquímicos são devidamente corretos. Nesse sentido, o ciclo vicioso da banalidade carrega danos irreversíveis a saúde humana como a infertilidade e o câncer. 
           Em suma, a fim de elucidar a problemática e fazer valer os princípios democráticos que são baseados nos ideias iluministas, o Ministério de Agricultura, por meio da parceria com o Embrapa, deve promover a agricultura agroecológica, com a presença de caminhões itinerantes nas zonas rurais. Nessa perspectiva, a presença de biólogos, agrônomos e engenheiros ambientais irão participar ativamente nas atividades de ensino sobre os malefícios dos agrotóxicos e incentivá-los ao câmbio da agricultura tradicional pela orgânica. Espera-se, portanto, reduzir gradativamente o uso dos pesticidas e solucionar esse dilema.