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    Desde o final do século XVIII, com a primeira fase da Revolução Industrial, a agricultura europeia sofreu grande avanço de técnicas para aumentar a quantidade da produção. Nos dias atuais, o Brasil adquiriu o uso de agrotóxicos para maior controle agrícola, para suprir as demandas econômicas nacionais e internacionais. Tornando-se este um tema em pauta sobre a saúde pública brasileira.
       É notório, que o Brasil sempre foi um grande atuador econômico de exportação de matérias primas, dado seu bioma privilegiado. Por conta disto, os grandes produtores rurais usam agrotóxicos para controlar as pragas e dar melhor aparência aos alimentos. Tal prática dá ao Brasil a posição de terceiro maior consumidor do produto no mundo.
      Por outro lado, muitos dos trabalhadores rurais não possuem conhecimento sobre o perigo do produto usado e não utilizam equipamentos e acessórios de proteção, ficando expostos à doenças graves que podem levar a morte. Da mesma forma, os consumidores dos alimentos que carregam grande grau de agrotóxicos também correm risco de vida se consumido em grande quantidade. Segundo o MS Fiocruz Sinitox, em 13 anos 144.589 pessoas foram contaminadas, no qual 2.449 morreram. E também, segundo o professor Wanderlei Pignati, do ano de 2.002 a 2.014 o uso de inseticidas aumentou em aproximadamente 75%, em decorrência das empresas agrícolas que produzem em grande escala.
        Em virtude dos fatos mencionados, o Governo Federal em conjunto com o Ministério da Agricultura, deve substituir o uso de substâncias agrotóxicas por tecnologias sustentáveis, que igualmente ajude nas plantações agrícolas, para que dessa forma produtores e consumidores não tenham sua saúde afetada. Deste modo, o futuro brasileiro poderá ser mais saudável e manter sua economia de exportação.