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    Com o advento da Terceira Revolução Industrial, ocorrida no século XX, houve grande desenvolvimento da área biotecnológica. O uso dos agrotóxicos na agricultura é um exemplo disso, pois possibilitou o aumento da produtividade no campo. Entretanto, a utilização excessiva dessas substâncias na atualidade é, sem dúvida, um problema, visto que implica problemas à saúde pública e ao meio ambiente. Assim, é necessário analisar essa problemática para, então, propor soluções para dirimi-la.
          Segundo Paul Atson, diretor do Greenpeace, a inteligência é a habilidade das espécies para viver em harmonia. Ao analisar essa afirmação, podemos dizer que o ser humano não é racional, pois tem utilizado defensivos agrícolas de modo excessivo e promove, infelizmente, danos ao meio ambiente. A contaminação do solo e lençóis freáticos, nesse contexto, é uma triste realidade e, de acordo com o jornal O Globo, o problema é tende a aumentar, pois o uso dessas substâncias tem crescido no país. 
          Outrossim, os agrotóxicos são uma grande ameaça à saúde pública. Prova disso, segundo a revista Veja, é que o Brasil é um dos países que mais consomem alimentos com grande quantidade de defensivos agrícolas. Isso ocorre, sem dúvida, devido à má fiscalização por parte de órgãos públicos - que deveriam zelar pela segurança alimentar - em relação às empresas que utilizam essas substâncias no campo. Desse modo, males como o câncer e infertilidade têm, infelizmente, sua incidência aumentada na população.
          Portanto, para garantir a saúde da população e a integridade do meio ambiente, é imprescindível a ação do Ministério da Agricultura por meio da ampliação de investimentos à fiscalização de empresas que utilizam defensivos agrícolas. Ademais, ele deve promover análises dos solos, periodicamente, para determinar se a utilização dessas substâncias é feita corretamente. Assim, somando-se essas iniciativas, os problemas do uso de agrotóxicos no Brasil serão, enfim, superados.