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    Promulgada pela ONU em 1948, a declaração universal dos direitos humanos, garante a todos os indivíduos o direito à Saúde e ao bem estar social. Conquanto, quando se observa o uso de agrotóxicos, no Brasil, hodiernamente, verifica-se que essa declaração é constatada na teoria e não desejavelmente na prática e a problemática sempre se sobressai na sociedade. Diante dessa perspectiva, cabe avaliar os fatores que favorecem esse quadro.
          A princípio, é indubitável que a questão constitucional e a sua aplicação estejam entre as causas do problema. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política deve ser usada de modo que, por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado na sociedade. De maneira análoga, é possível perceber que, no Brasil, o governo faz pouca questão sobre agrotóxicos, logo, essa harmonia é rompida, haja vista que de acordo com o site ''observatório social'', a cada 65 minutos uma pessoa é intoxicada.
        Outrossim, destaca-se os agricultores como impulsionadores do impasse. Consoante a Zygmunt Bauman, sociólogo polonês, a falta de solidez nas relações sociais, políticas e econômicas é a característica da ''modernidade líquida'' vivida no século XXI. Diante de tal contexto, a maioria dos agricultores acabam não se importando com o próximo e não cuidam de suas plantações, isso faz com que insetos venham a infectar os alimentos, fazendo com que seja necessário o uso de agrotóxicos para eliminar as infecções.
       Torna-se evidente, portanto, que o uso de praguicidas apresentam entraves que necessitam ser revertidos. Destarte, o Ministério da Agricultura deve fiscalizar as plantações de maneira mais intensa, por meio de agentes que verificarão se os agricultores estão cuidando de maneira correta das plantações, com o intuito de diminuir o número de casos de intoxicações. Ademais, é mister que o MEC conscientize a população, por intermédio de palestras ministradas por psicólogos nas escolas que debatam sobre os malefícios dos agrotóxicos, com o intuito de deixar a população ciente sobre os pesticidas. Dessa forma, a declaração da ONU passaria a ser válida não só na teoria, mas como também na prática, no que diz respeito a agrotóxicos.