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    Alimentos que matam.
        O modelo de agricultura para exportações ultilizado no Brasil, faz com que o país ocupe o 1° lugar no "ranking", de maior consumidor de agrotóxicos no mundo. Em outros países como o Estados Unidos, o uso dessas substâncias tóxicas foram banidas, por fazerem mal a saúde humana e ao meio ambiente. Porém, no Brasil essa prática vem crescendo, e consequentemente, trazendo problemas para a população. 
        Ultilizado para combater pragas, insetos e para o "embelezamento" das plantações, os agrotóxicos vem causando muitas mortes e prejudicando o meio ambiente com a contaminação e poluição do solo, água e até mesmo do ar. Ademais, as principais vítimas são os agricultores, por terem um maior contato com o produto e por não utilizarem os equipamentos de proteção adequados.
         Outrossim, deve-se ressaltar que os agrotóxicos atingem também o consumidor. Alimentos comuns e diários como o morango, alface e pimentão estão entre os mais contaminados, revelam dados da "Agência Nacional de Vigilância Sanitária" (Anvisa). Entretanto, sinais como mal estar, náusea e tontura indicam de que houve contaminação, pode-se também gerar consequentemente, doenças cardíacas, neurológicas e cancerígenas e por fim levar ao óbito. Pesquisas realizadas pelo "Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra" (MST), indicam que mais de 2.000 mortes por intoxicação de agrotóxico foram registrados no Brasil entre 2000 e 2009. 
           Assim, fica evidente o quão prejudicial é para saúde o uso e o consumo dessa junção de substâncias tóxicas. Portanto, cabe ao Ministério da Saúde elaborar campanhas que sirvam de alerta para a população, com palestras e  cartazes que indiquem as consequências após ultilizarem essas substâncias. E por fim, o Poder Legislativo deve elaborar leis rigorosas, que estabeleçam limites para o uso de agrotóxicos nas plantações e punir quem tentar burlar.