O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil.

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    Contemporaneamente,um dos assuntos quem causam mais revoltas entre ativistas são os testes realizados em animais. Ressaltando que, os testes em animais são inúmeros, como por exemplo, Teste de irritação dermal, Testes de Toxidade Alcoólica e Tabaco, Testes armamentistas, dentre outros. 
       A (Peta) People for the Ethical Treatment of Animals estima que 100 milhões de animais morrem em laboratórios todos os anos, devido a participações em testes científicos. Além disso, estes experimentos não estão limitados a uma espécie. Cães, gatos, peixes, roedores e macacos são submetidos diariamente a métodos torturantes, frequentemente levando à morte prematura. Ademais, um desses métodos envolve uma substância sendo esfregada na pele raspada e produtos químicos nos olhos (sem alívio da dor), a fim de testar a irritação da pele e monitorar os efeitos colaterais de um ingrediente específico. Por conseguinte, ao término dos experimentos, os animais são executados frequentemente por injeção letal, gaseamento ou decapitação. Alguns que escapam, não conseguem viver por muito tempo, devido às sequelas deixadas pelos testes.
       Entretanto, muitas marcas optaram por se posicionar contra os testes em animais. Logo, isso significa que há uma grande variedade de produtos disponíveis para compra (e uso) sem culpa. Algumas organizações de proteção animal, como a (Peta) People for the Ethical Treatment of Animals , defendem que técnicas alternativas são mais eficientes e baratas do que os testes em animais. Tal como, análise computadorizada, testes em pele produzida em laboratório e testes de contato em seres humanos são alguns dos métodos utilizados em países onde a legislação proíbe o uso dos animais em testes de cosméticos.  Para os ativistas do direito animal, os testes com animais, além de submeterem os bichos ao sofrimento, não trazem resultados precisos. Um caso famoso é o da talidomida, remédio vendido para grávidas que causou a deformação de fetos em várias mulheres nos anos 1950. Era usado como sedativo para aliviar as náuseas das mulheres grávidas, o remédio foi testado antes em animais.
       Em suma, alternativas, como a substituição por células-tronco, simulações computacionais, tecnologia de DNA recombinante, necessitariam de investimentos públicos. Sendo assim, cabe ao governo investir em projetos que proíbam os testes em animais para produção de cosméticos, investindo em outras alternativas. Trinta e sete países, que constituem um enorme mercado consumidor, já aprovaram leis proibindo ou limitando testes em animais para cosméticos ou a venda de cosméticos testados em animais, incluindo os 28 países membros da União Europeia (UE). O Ministério da Cultura, deve promover campanhas de conscientização, para que essa realidade atroz seja transformada.