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    Ao longo da história da humanidade, a ciência se mostrou inúmeras vezes excêncial para o avanço e a manutenção da sociedade como um todo. Em especial no que diz respeito a saúde, o desenvolvimento nessa área nos proporcionam uma maior qualidade e expectativa de vida. Entretanto, um estágio fundamental para o avanço na medicina, ainda são os experimentos em animais, os quais na maioria das vezes são prejudiciais aos organismo da cobaia. Por isso se faz necessário a busca por metodos que visem acabar ou minizar essa prática.
    
     Pensando nisso, já surgem tecnologias que prometem substituir em muitos casos o uso de seres vivos em testes. Uma delas, os organóides, popularmente conhecidos como "mini orgãos", são um aglomerado de células que podem ser produzidas a partir de um tecido humano e podem exercer a função de um orgão real, porém, em escala reduzida. Esse método é muito promissor pois com seu aprimoramento além de acarretar na ausência de animais no posto de cobaias, fornecerão dados mais precisos sobre o experimento, uma vez que, estará sendo testado em células provenientes de um corpo humano.
    Contudo, pesquisadores estimam que esse método será utilizado em larga escala apenas em alguma décadas. Sendo assim, medidas mais imediatas surgem em paralelo, como é o caso de simulações computadorizadas, e uso de aparatos que conseguem extrair o máximo de informação fazendo uso de poucos experimentos. Reduzindo assim o número de animais submetidos a testes, porém, necessitando de profissionais mais capacitados e uma estrutura laboratorial de excelência.
    Visto isso, e tendo conciência de que a ciência não pode parar, torna-se evidente a necessidade de  um maior investimento na formação de profissionais e compra de equipamentos mais sofisticados destinados para as pesquisas, para que se alcance um cenário mais satisfatório no que se refere ao uso de seres vivos nesse âmbito. No que tange a esfera pública (responsável pela maior parte das pesquisas do Brasil), cabe ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação-MCTIC destinar maiores verbas aos laboratórios nacionais para tais fins, em espcial ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais -CNPEM, o qual é o pioneiro na produção de organóides no país. Isso em consonância com a criação de um grupo de pessoas especializadas para prestar consultoria aos centros de pesquisa tanto público como privados, ensinado boas prática, fiscalizando e indicando boas oportunidades,  a fim de fomentar a pesquisa de novas tecnicas que acabem com o uso de cobaias  e melhorar a eficiência de testes já realizados.