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    É notório, que desde o século XIX, o ser humano realiza testes em espécies selvagens com o objetivo de avanço científico. Porém, em virtude do capitalismo desenfreado, atrelado a inércia estatal em supervisionar e punir empresas que realizam procedimentos nefastos em animais, propicia no aumento do desmazelo a vida natural.
     Observa-se, em primeira instância, que o uso de cobaias em pesquisas científicas foi imprescindível para à prosperidade da medicina hodierna. Todavia, em virtude desse avanço bioquímico, muitos laboratórios e indústrias farmacológicas infligem à ética e as leis vigentes propiciando experimentos maléficos em animais, mediante resultados vertiginosos e maior lucro financeiro. Subsequente, fomentando em abusos, maus-tratos e degradação da vida animália.
     Vale ressaltar, ainda, que a legislação Brasileira promulgada em 2008 com objetivo de fiscalizar experimentos com animais vivos, até então é precária. De acordo com o HSI, mais de 100 milhões de roedores e demais mamíferos são mortos anualmente em experimentações biológicas. Por conseguinte, acarretando em episódios como a displicência  do instituto Royal.
     Portanto, urge a necessidade que o Governo Federal em convênio com a Anvisa e Ministério da Fazenda, devam realizar periódicas fiscalizações nos centros de pesquisas, juntamente com incentivos fiscais para que corporações abdiquem do uso de cobaias vivas em seus testes. Por intermédio do poder judiciário e das secretárias de finanças, visando findar a desumanidade contra os animais no meio cientifico.