Envie sua redação para correção
    Com a Revolução Industrial do século 18, as inovações tecnológicas começaram a surgir e serem difundidas pelo mundo. Logo, o uso de animais para o controle de resultados mediante testes científicos é resultado dessa nova era e é caracterizado pelas formas pejorativas de tratamento. Com isso, é notório a continuidade da situação, seja pelo descaso populacional, seja pela negligência do estado.
       É indubitável que a passividade da população em geral contribuí para o aumento da prática. Segundo Pablo Neruda, o homem é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências. Nesse contexto, as pessoas, apesar da não obrigatoriedade de boicotarem empresas que assumidamente testam seus produtos em animais, são reféns das consequências geradas por essas ações. Dessa maneira, a diminuição da fauna, além da imagem pejorativa gerada sobre o país, compõem o elenco de fatores resultantes dessa prática. 
      Ademais, o descaso do Governo Federal faz com que haja o aumento da problemática. De acordo com Thomas Hobbes, o estado é responsável por garantir o bem-estar da sociedade. Nessa perspectiva, o número de agentes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) não é capaz de investigar regularmente cada empresa, o que facilita o desrespeito à Declaração Universal dos Direitos Animais. Dessa forma, é necessário que a destinação de verbas para o orgão supracitado seja capaz de fornecer os meios para a realização de um trabalho satisfatório.
      Fica claro, portanto, que é imprescindível as organizações de proteção dos direitos dos animais influenciarem os jovens à boicotarem empresas que testam seus produtos ilegalmente, por meio de palestras nas instituições de ensino com temática voltada para a exposição de fatos sobre a prática, a fim de diminuir os casos citados. Sendo relevante, ainda, o Ministério do Meio Ambiente destinar verbas para a Anvisa, para o aumento do contingente de agentes e melhoria nas operações de resgate desses animais, em busca de descobrir quais empresas utilizam tal prática