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    Quando, na pré-história, o homem concebeu que tinha certo poder sobre os animais, o atual método de organização foi mudado. Já com a ideia renascentista de Antropocentrismo, no qual o homem é o centro do universo e, mais tarde, o topo da cadeia alimentar, assegurou o pensamento de que os homens deveriam reinar sobre as demais criaturas.
     Entretanto, não estamos no topo da cadeia alimentar nem temos domínio sobre todas as espécies. Com a modernização da ciência, os métodos científicos foram se especializando e, cada vez mais, utilizando de recursos naturais para benefício humano. Todavia, enquanto a ciência e a produção avançam, ficamos mais atrasados quando o assunto é o uso de animais. No entanto, substituir este uso sem afetar a pesquisa científica e seus beneficiários não é uma questão somente dos cidadãos comuns e ativistas que são contra a exploração animal, mas também dos cientistas.
    Embora a utilização de animais em testes tenha assentimento em lei por todo país, e hajam ONGs como a PEA, a disponibilidade atual em questão de alteração é quase inexistente , já que, segundo a cientista Silvana Gorniak, o uso de animais nos testes não é uma escolha, visto que há profusas situações em que a substituição é inimaginável. Por conseguinte, alterar o método de pesquisa, em um país no qual o investimento em ciência é demasiado escasso, torna-se necessário mediar o desenvolvimento científico e o direito dos animais, para que nenhum seja violado.
     Em suma, é imprescindível que haja a manuntenção do acordo político e científico com o direito dos animais defendidos pela ONU, o qual, embora pouco conhecido, é existente e precisa ser respeitado, com efeito de não neglicenciar a vida dos animais nem o desenvolvimento científico. Cabe ao governo e ao IBAMA o papel de mediadores e, juntamente com ONGs como a PEA e universidades, encontrar a mediania para o uso mais justo de digno de animais. Porque quando respeitarmos até o menor ser da criação, não será difícil melhorar a sociedade.