O uso de animais em pesquisas e testes científicos no Brasil.

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    Na guerra fria, com a demasiada disputa para alcançar a hegemonia mundial, ocorreu na Segunda metade do século XX a corrida espacial entre a União soviética (URSS) e os Estados Unidos. Nesse sentido, a utilização de animais como cobaias para análise do espaço sideral já era concedida, tendo como exemplo a exposição destes à elevada radiação. Paralelo ao exposto, é fato que a viagem dos animais ao espaço pode ser relacionada com a atual situação do século XXI: execessivamente, marcas de cosméticos e cientistas utilizam os animais para realização de testes científicos cujos são sacrificados e maltratados. Outrossim, os exames inúmeras vezes são ineficientes e preditivos.
      Em primeiro lugar, é necessário destacar que, em função da gama de produtos, os bichos são cada vez mais sujeitados a uma série de testes laboratoriais, consequência da indústria cosmética que se manifesta em prol da "beleza" imposta na sociedade. De acordo com o filósofo Jean-Jacques Rosseau, os animais são seres sencientes, ou seja, são capazes de sentir sensações e sentimentos. Assim sendo, não devem ser de nenhuma forma maltratados.
      Por conseguinte, nota-se que a utilização de cobaias em laboratório é na maioria das vezes ineficiente, não trazendo avanços, e apenas expondo os seres em situações indignáveis. Ademais, a predição é excessiva, pois há distinções entre humanos e outras espécies em termos de fisiologia, anatomia e metabolismo.
      Destarte, é mister que o estado tome providências para superar o quadro atual. Para que não haja utilização de espécies em experimentos, urge que o Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) faça investimentos, por verbas governamentais, em produções artificiais como pele 3D, para que os feitos científicos sejam toleráveis. Somente assim, será possível combater o uso de animais na ciência sem ética e, ademais, tratar os seres sencientes com direitos naturais, proposto pelo filósofo iluminista.