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    Segundo João de Guimarães, um escritor e médico dos anos 1960, diz “Podemos julgar o coração de um homem pela forma como ele trata os animais". Contudo, para que os remédios sejam desenvolvidos, é necessário executar testes em animais, que consequentemente, é realizado de modo cruel, envolvendo sofrimento e até mesmo a morte dos animais. Dessa forma, é importante destacar as proncipais causas e soluções relacionados a esses impasses.
     Primordialmente, no crescimento da medicina, encontrou-se na necessidade do uso de animais como cobaias para encontrar determinadas curas de doenças que os humanos adquiriram. Além do mais, na Universidade da Usp, os testes são realizadoa com ratos de laboratorios, utiliazando possíveis plantas venenosas mas com uso controlado e identificando a quantidade certa, na qual, não seja agressivo para o ser humano e o animal. Logo, fica evidente as chances dos animais saírem prejudicados nessas etapas. 
      Em segundo lugar, existe duas lutas, na qual, não havendo animais para os testes, dificulta nos estudos e melhorias na área medicinal. Para mais, Edward Jenner, o criador da vacina em 1789, testou seus experimentos em humanos, envolvendo muitos estudos e certezas antes de aplica-las. Decerto, essa é uma realidade que deveria ser executada nos próprios humanos e não em animais, pois havendo a confirmação e mais precisão sobre os resultados, aumentará a responsabilidade sobre os indivíduos.
      Em vista a essas problemáticas, é mister que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (IBAMA) venha combater os testes dos animais no desenvolvimento de uma nova lei. Entretanto, será feito auditorias nas universidades e organizações medicinas, combatendo todo e qualquer tipo de testes em animais e assim, será necessário fazer os testes em humanos, visando maior responsabilidade e precisão nos remédios a serem desenvolvidos. Assim sendo, os animais não passarão mais por avaliações perigosas e  manterá estável os estudos na medicina.