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    Desde a Grécia antiga, filósofos e cientistas utilizavam de testes em animais para garantir o avanço cientifico da época. Atualmente, o homem ainda usa desse meio para desenvolver medicamentos e tratamentos para algumas doenças, entretanto, não é de hoje que esse método põe em jogo a ética humanitária vinculada aos maus tratos das cobaias. De fato, a falta de interesse do governo em garantir boas condições de vidas dos animais de teste, seguida das péssimas situações das quais submetem essas vítimas, são problemas a serem enfrentados para humanizar esse procedimento.
           Primeiramente, é importante salientar que no Brasil existem leis que preveem punição para todo e qualquer maus tratos a animais. Entretanto, por causa de sua má fiscalização, os laboratórios científicos têm sido o principal palco desse crime. Certamente, isso pode ser comprovado ao observar que muitas vezes, testes que causem dores agudas ou crônicas nesses seres vivos não são precedidos de analgésicos ou sedativos. De fato, segundo pesquisas do G1, além disso ser um crime, é considerado uma ação desumana por mais de 40% dos brasileiros. Indubitavelmente, isso é alarmante pois mesmo diante dessa insatisfação popular, o governo não toma nenhuma atitude para efetivar que a lei seja cumprida. 
          Outrossim, em consequência dessa falha do governo, é o país possui uma estrutura laboratorial precária, com cientistas que ignoram a lei sem medo algum, e mantem as animais cobaias em péssimas condições de vida. Factualmente, isso pode ser comprovado ao observar relatórios emitidos e publicados por repórteres do jornal Globo, que denunciam situações de racionamento de água e comida para esses animais. Além disso as reportagens revelam péssimas situações de abrigo e cuidados veterinários prestados às cobaias. Nesse ínterim, é necessário que sejam tomadas providências, para tornar os testes em animais, uma ação mais humana. 
          Por fim, tendo em vista a impossibilidade do fim dessa prática, divido a importância para a melhoria da saúde humana, o ministério da Ciência deve designar parte da verba tributária para tornar os testes mais humanizados. Certamente, isso deve ser feito a partir do contrato de fiscais que trabalhem nos laboratórios do governo, denunciando essas situações ao poder legislativo. Outrora, quanto aos laboratórios privados, o ministério deve criar uma lei que obriga a presença de um desses fiscais que devem ser selecionados a partir de concursos públicos e treinados pelo governo. Assim, certamente o teste científico em animais se tornariam mais humanizado.