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    O século XIX foi marcado pela incidência de doenças, como varíola, tuberculose, infecções bacterianas e virais, que provocaram a morte de milhares de pessoas em todo o mundo. Com a descoberta da vacina e antibióticos, tornou-se possível prevenir e tratar várias patologias, tal fato só foi possível por intermédio de testes e pesquisas realizadas em animais. Nessa ótica, o uso de animais em pesquisas é de suma importância para a humanidade, outrossim, pode acarretar em mal tratos. 
          Em primeiro lugar, é indubitável a importância desses estudos para todos os seres vivos. Para o Biólogo e Professor Jubilut, o uso de animais torna-se necessário para simular os efeitos adversos que aquela substância pode provocar no organismo. Diante deste cenário, foi possível elaborar vacinas, medicações, por exemplo, que podem ser usadas não só a favor da humanidade, mas como também dos animais. Dessa forma, foi possível promover a cura e prevenção de algumas doenças em todos os seres vivos.
          Em contrapartida, o uso de animais pode acarretar em maus tratos, desde que não sejam realizados de acordo com os protocolos da Anvisa. Recentemente o instituto Royal, após denuncias de maus tratos, foi invadido por um grupo de defensores dos animais. Em suma, faz-se necessário o uso de seres vivos para realização dos testes, porém, devem ser realizados conforme as Leis que regem o bem estar e segurança dos animais.
          Considerando os aspectos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter essa situação. O Estado, por intermédio do poder executivo, deve investir na fiscalização desses institutos, aumentando o número de fiscais em todo o território brasileiro, com o fito de fiscalizar periodicamente as instituições e para atender aos chamados de denuncias realizados pela população. Dessa forma, será possível aumentar a eficácia das fiscalizações e investigações nos casos de maus tratos aos animais.