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    Ao descortinar o século XX, a contemporaneidade, marcada pelo advento da globalização proporcionou o avanço da tecnologia. Dessa forma, a prosperidade técnico-científico foi capaz de curar diversas enfermidades, como a coqueluche. No entanto, isso possível devido ao uso de animais em pesquisas científicas.
               Sabe-se que 78% das empresas farmaceuticas utilizam animais para testarem os seus produtos, conforme a CONCEA (Conselho Nacional de Controle e Experimentação Animal). Haja visto que a ciência ainda não tem alternativas para todos os ensaios, os quais os animais se fazem necessário. Desse modo, a CONCEA criou parâmetro para a reduão de sofrimentos impostos aos animais, por exemplo evitar injetar medicamentos que prejudiquem o organismo dos animais. Além disso, o experimento deve-se submeter o pedido aos comitês de ética e poderam ser realizados, se for aprovado.
                     Outro ponto de vista relevante diz respeito sobre a população, no geral, não aprovar esses tipos de procedimentos. Sendo assim, a fim de aumentar sua clientela os  cosméticos substituiram os testes em animais pelos ovos embrionários, assim, desenvolveram  métodos alternativos de pesquisa, a fim de minimizar o uso de animais.
                        Diante do exposto, é evidente que algumas medidas ainda devem ser tomadas. Nesse sentido, é dever da CONCEA ampliar os parâmetro para minimizar o sofrimento do animal, por meio de campanhas publicitárias que mostre alternativas para substituí-los, por exemplo produzir pele artificial a partir de células retirada de doadores. Portanto, as empresas poderam substituir os seus métodos nas categorias reconhecidas pela CONCEA.