Enviada em: 03/05/2017

A mobilidade urbana não pode ser vista, hodiernamente no Brasil, como um mero problema das capitais, mas, sim como um conjunto de dificuldades presentes em toda a sociedade e não somente em grandes cidades. Destarte, a dificuldade da mobilidade não é exclusiva do trânsito, ela também é frequente na vida dos pedestres e deficientes perante as calçadas, muitas vezes inacessíveis.            Em verdade, no século XX a invenção dos carros ,fez com que esses fossem o grande aliado da população da época. Porém, hodiernamente o número de carros comprados cresceu em 400%, isso se deve, sobretudo ao fato de que , temos um péssimo transporte público e com altíssimas tarifas , o que faz os carros sejam a saída imediata desse problema, gerando problemas, como os congestionamentos que aumentam o tempo de casa ao trabalho. Logo, o governo deve investir na infraestrutura das cidades.         Em face disso, especialistas da área afirmam que “Um símbolo de falta de democracia é ter carros estacionados nas calçadas”. Tal situação se agrava quando percebemos a dificuldade de deficientes em utilizar as calçadas muita das vezes mal projetadas, por não possuírem rampas para acesso aos cadeirantes, ou indicação para deficientes visuais. Logo, uma melhor conscientização dos motoristas é fulcral.               Portanto, entendem-se essas questões como uma problemática, cuja necessidade de intervenção é imediata. Logo, urge que o governo, faça um melhor planejamento urbano por meio de criação e manutenção de vias, melhorar as calçadas e criar ciclofaixas, com fito de melhorar o fluxo urbano. A sociedade deve optar por outras formas de transportes sempre que possível, dessa forma remeterá ate mesmo no meio ambiente. Destarte, viveremos em uma sociedade melhor onde o povo tem vontade de andar nas calçadas....