Enviada em: 10/06/2017

A mobilidade urbana no Brasil é um grande desafio enfrentado pelo país, devido ao caos causado pelo exacerbado número de veículos individuais em circulação nas cidades. Por conseguinte, a poluição torna-se efetivamente presente no meio urbano, fato que afeta a saúde e o bem estar do ser humano.   Conforto, independência e comodidade. Ao decurso dos tempos o Brasil passou pelo processo de metropolização, fato que resultou em um modelo de espaço demográfico caótico, movido pela superlotação de indivíduos nas cidades. A rotina diária está vinculada ao aumento do número de carros no trânsito, fato que foi impulsionado a partir do governo de Juscelino Kubitschek (JK), uma vez que esse período favoreceu a cultura do automóvel no país. Concomitantemente, o governo é displicente aos transportes públicos, fato que resulta em veículos deploráveis em circulação e, consequentemente, a obtenção de veículos individuais tornou-se indispensável para a maioria da população.    Caos na mobilidade urbana compromete a qualidade de vida dos brasileiros. Na cidade de São Paulo, segundo o Departamento Estadual de Trânsito- DETRAN, são 5.242.103 veículos em circulação, cerca de 1 automóvel para cada 2 habitantes. Porém, a obtenção dos carros gera grandes impactos ambientais, como a poluição do ar devido a excessiva emissão de CO2 na atmosfera, fato que contribui para o efeito estufa. Além disso, evidencia-se a presença das poluições sonora e visual, estas que também proporcionam a conturbação no perímetro urbano.    Nessa perspectiva, fica claro, que os transportes públicos no Brasil precisam ser subsidiados pelo poder Estatal. Além, do primeiro poder investir em tecnologias sustentáveis, como carros elétricos e também carros movidos por Nitrogênio, pois, ambos não influenciam no desgaste ambiental. Já no aspecto legal, o governo deve restringir o acesso a determinadas vias devido a criticidade dos índices de emissões de poluentes.