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    No antigo Egito, era compreendido que o homem e a natureza deveriam conviver em harmonia para sempre. Em contrapartida, atualmente a proteção da Floresta Amazônica é bem questionada se é dever, ou não, do Brasil ou do mundo. Tal problemática está relacionada não só ao descaso da sociedade à preservação da floresta, mas também a falta de leis mais sólidas voltadas a conservação da mesma.
                  Em primeiro lugar, o descaso da sociedade parte desde o governo até em casa, e se relaciona ao desmatamento  para extrair benefícios. Além disso, a floresta antes era exaltada por ser exemplo de preservação, porém atualmente se tornou uma das que mais sofrem com o desmatamento. Prova disso é um estudo do Instituto de Conservação e Desenvolvimento Sustentável da Amazônica- IDESAM, que revela a continuidade do desmatamento ilegal na Floresta Amazônica e identificou os motivos para a derrubada das árvores na área: exploração madeireira, invasão e atividades ligadas ao garimpo.
               Em segundo lugar, a falta de leis mais concretas voltadas à preservação desse ecossistema é uma das causas que possibilita o desmatamento da mesma. Segundo o gestor ambiental da IDESAM, Pedro Soares, '' a melhor maneira de enfrentar o problema é, além de fiscalizar, comprovar que a floresta de pé rende mais dinheiro, pelo uso sustentável de recursos naturais, do que se for destruída". Então, é necessário que à preservação da Floresta  Amazônica seja global, pois todos irão "usufruir" dos benefícios citados anteriormente. 
                   Portanto, indiscutivelmente, as autoridades competentes precisam agir para reverter a questão. O Governo Federal deve, por meio de projetos ambientais, criar leis mais sólidas, como forma de proteção á Floresta Amazônica, para que todos conservem não só a parte "física" da floresta, mas também suas próprias vidas, e assim dê a devida importância a esse grande habitat de fauna e flora. Ação que, iniciada no presente, é capaz de mudar o futuro de toda sociedade.