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    Desde a primeira Revolução Industrial, ocorrida no século XVIII, o homem capitalista tem encontrado dificuldades para conciliar o desenvolvimento com a conservação dos recursos naturais, consequentemente, locais como a Floresta Amazônica, casa desses recursos, vem sofrendo grandes devastações.  O Brasil é o país no qual está localizada a maior parte do território Amazônico, portanto, cabe a esse conservar esse bioma de proporções transnacionais, entretanto, sua industrialização tardia teve forte influencia de países já desenvolvidos que também têm sua parcela de culpa.
          Atualmente, a Amazônia Brasileira já possuí 20% da sua área reduzida. Devastação esta fruto de tentativas de urbanização e industrialização da região, intensificadas principalmente no período militar, iniciado na década de 60, onde o o lema "integrar para não entregar" foi utilizado como justificativa para o avanço na região. Por meio de subsídios fiscais, a agropecuária avançou, e continua avançando, pela região fazendo com que milhares de hectares de mata nativa fossem completamente devastados, como consequência o desequilíbrio ambiental, juntamente com a redução da fauna e da flora, são imensuráveis. 
          Analogamente, outros países, majoritariamente desenvolvidos, contribuíram intensamente para a exploração na região. A preocupação com as consequências ambientais só surgiu muito tempo após a primeira Revolução Industrial, quando seus efeitos começaram a ser percebidos, deste modo, os países já industrializados criaram leis para a conservação de recursos naturais. Entretanto, visando não frear o desenvolvimento, muitos deles passaram a explorar outros países, enviando suas fábricas para países periféricos, por exemplo. Esse processo também ocorreu no Brasil contribuindo para a devastação na Amazônia.
          Portanto, para frear a exploração Amazônica enquanto essa possuí possibilidade de recuperação é necessário que algumas medidas de proporções globais sejam tomadas. Cabe a todos os países participantes da Organização das Nações Unidas realizarem novas conferências como a ECO 92, ocorrida no Rio de Janeiro, onde sejam estabelecidos acordos para a conservação de recursos e biomas como a Amazônia. Entretanto, diferentemente da conferência citada é necessário que os países desenvolvidos não só impunham os acordos aos países menos desenvolvidos, mas sim os fornecer meios para isso, como pagar tributos mais altos para empresas estrangeiras instaladas nesses países.