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    Uma das principais florestas perenifoliadas biodiversas em representatividade mundial, a amazônia; vem apresentando estado de arte alterado em termos preservacionistas. Isto é, no que tange a proteção da floresta amazônica, há de se pensar sobre ser um dever exclusivamente brasileiro, ou competente ao mundo. Objetivando sua preservação, far-se-á valer a monitoria de agentes predatórios e o esclarecimento vinculado ao benefício de sua manutenção natural.
    Neste sentido, Isaiah Berlin, discorre em razão do princípio fundamental da liberdade, flexionando sobre a liberdade de grilhões. Tal fator análogo, é factual para compreender a necessidade de quebrar paradigmas, apropriando atribuição coletiva internacional à preservação do bioma amazônico, sobretudo ao que se referencia a biodiversidade contida ali. Paul Watson, reforça tal premissa, ao inferir a elementar integração invariavelmente zelosa entre o homem e a natureza.
    Assim, o desafio sumário, congrega-se em minorar os aspectos de depreciação, fomentando princípios que validem a restruturação dos aspectos autóctones. Isto é, em um período ao qual ascendem características tecnológicas, cursores desenvolvimentistas, e principalmente - em tais regiões - as políticas agrícolas intensivas, desaguando no agronegócio; cabe reverberar reflexões fundamentadas nos princípios da sustentabilidade. A partir dai, viabilizam-se recursos para gerações futuras, de acordo com o relatório Brundtland. Neste ínterim, prostra-se Richard Rorty, questionando o tipo de mundo que deveríamos deixar para nossos bisnetos.
    Portanto, medidas que favoreçam a proteção, são imprescindíveis. Visando a participação global na preservação amazônica, é necessário que o Ministério das Relações Exteriores, em conjunto com o Ministério das do Meio Ambiente, fomentem parcerias e eventos extranacionais, em defesa da manutenção dos recursos naturais. Tal ação pode se dar por meio de painéis e fóruns que busquem por fim, fortalecer a natureza deste bioma.