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    No Brasil, o Ministério do Meio Ambiente e as ONG´s enfrentam grandes desafios para preservação da Amazônia em um país habituado à exploração de seus recursos naturais. Sem a fiscalização adequada vemos o desmatamento voltou a se multiplicar. Nos último mês de Julho de 2019 tivemos o maior índice dos últimos 3 anos, chegando a 2.300 km², segundo dados do INPE. Contudo, suas consequências atingem todo o globo terrestre, pois essa floresta atua nas condições climáticas mundiais.
          Infelizmente essa terra é constantemente invadida pela própria população local, aliciada por grileiros ou empresários para exploração de seus recursos, visando o lucro imediato da extração de madeira, e a posterior criação de gado ou produção de soja. Não há então, qualquer ponderação relacionada à consequências futuras. Não existem também parcerias para extração sustentável de recursos, como já acontece em com a Natura, empresa de cosméticos que utiliza matéria prima sustentável da floresta Amazônica, em parceria com a produtores locais.
          Ademais, na ausência de órgãos competentes, ou de profissionais com autonomia para atuação, não há punição para aqueles que desrespeitam a legislação ambiental. Esses transgressores se utilizam de ameaças, agressão física ou suborno para acessar a terra. Em função da distância física e dificuldade de aproximação, a ação da polícia federal acaba sendo morosa, tardia ou irrelevante.
          Para tratarmos o tema é necessário que o Ministério da Educação, junto com as ONG´s locais elaborem programas de formação para a comunidade local, tornando essas pessoas aptas a viver de forma digna, sem criminalizar-se para garantir seu sustento. Tais programas devem lecionar, com a participação de agrônomos, orientações para retirar recursos da natureza sem prejudicá-la, a seu sustento ou das gerações futuras. Através dessa formação, as famílias locais poderão compreender o valor do bioma Amazônico, sua responsabilidade na conservação e na rejeição do assédio de inescrupulosos.