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    “O mundo tornou-se perigoso, porque os homens aprenderam a dominar a natureza antes de se dominarem a si mesmos”, conforme a frase do francês Albert Schweitzer, é nítido como condiz com a realidade atual do bioma amazônico, pois os indivíduos utilizam a natureza inadequadamente sem ter conhecimento educacional e ambiental, o que prejudica todo ciclo ecológico mundial. Dessa forma, é preciso analisar como o desmatamento e os problemas ambientais contribuem para essa problemática.       Inicialmente, o fator que aparece como impulsionador é o desmatamento. Entende-se, com isso, que as pessoas estão cada vez mais utilizando os recursos naturais para o bem próprio, ou seja, a agroindústria, agropecuária e grandes empresas desmatam grande parte da Amazônia para produção de alimentos, remédios, cosméticos e derivados do bioma, e assim, o desmatamento dificulta os indivíduos que trabalham com a preservação amazônica e ambiental. Ademais, segundo o site G1, desmatamento na Amazônia seria o dobro do registrado pelo INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espaciais), aponta estudo de universidade americana. Sendo assim, é necessário que subterfúgios sejam encontrados para atenuar esse empecilho. 
       Outrossim, é válido ressaltar como os problemas ambientais auxiliam na disseminação desse impasse. Nesse viés, vê-se que, as complicações ambientais causam uma série de problemas para o efeito estufa e aquecimento global, pois eles são responsáveis pelo equilíbrio climático do planeta e com as queimadas constantes da mata amazônica a liberação de gases poluentes são prejudiciais ao meio ambiente e aos seres humanos, o que causa a diminuição da vitalidade de ambas. Em conformidade com o site Notícias UOL, número de queimadas cresce 70% e é o maior desde 2013; Amazônia lidera. Desse modo, é fundamental que medidas sejam tomadas para resolução desse obstáculo. 
         Portanto, é imperativo que o IMA (Instituto do Meio Ambiente), que tem como função tomar medidas de proteção ao meio ambiente, promova, juntamente com órgãos governamentais, por meio de leis efetivas e projetos que auxiliem na melhoria desse contratempo, uma vez que essa problemática não só atinge o Brasil, mas todo o mundo e dessa maneira, esses líderes possam atuar mundialmente na resolução do inconveniente, a fim de amenizar a falta de proteção da Amazônia e, assim, construir uma sociedade que preserve a natureza antes de pensar em seu consumo próprio.