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    A Floresta Amazônica, com seu potencial medicinal ainda pouco estudado e com sua contribuição para a filtragem de gás carbônico - além de ser um dos maiores lares da biodiversidade -, possui benefícios com poder de alcance à toda humanidade, sem restrição pátria. Desse modo, a sua fauna e flora devem ser tratadas como patrimônio mundial, e sua preservação deve ser pauta permanente em debates gerais, com destaque para os que envolvam países desenvolvidos, que priorizam o tópico ecossistêmico.
      Dados publicados no mês julho desse ano pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) afirmam que o desmatamento da Amazônia sofreu um aumento de cerca de 278% em relação ao mesmo período de 2018, fato que pôde ser comprovado atualmente por grande parte da população devido as queimadas, que tornaram-se um problema com grande visibilidade quando a fumaça proveniente de tal crime transitou para outros estados do país, incluindo São Paulo que possui forte influência nacional.
      A gravidade das queimadas do mês de agosto fez com que a floresta voltasse à discussões internacionais, e que a gestão ambiental brasileira fosse alvo de críticas dos países que, através de projetos pré-acordados, enviam recursos financeiros à nação com a finalidade de ajudar a preservação da Amazônia. Tais países estão retirando seu apoio devido as informações alarmantes do  desflorestamento, dentre eles a Noruega e a Alemanha, que participam do projeto Fundo Amazônia.
      Diante do exposto e dos dados citados, torna-se claro que apenas o Brasil não possui condições financeiras e legislativas de proteger a Amazônia, fazendo com que o auxílio estrangeiro seja necessário para que a floresta consiga manter-se de pé. Em paralelo à isso, órgãos responsáveis tanto pelas relações públicas quanto pelo meio ambiente devem entrar em acordo sobre a questão amazônica e assim levá-la a conferências com as nações aliadas. Somente assim o bioma poderá ser protegido e explorado de modo sustentável, garantindo seu uso para as gerações humanas futuras.