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Enviada em: 21/04/2019

No Brasil cerca de 62% da população utiliza redes sociais como, Facebook, Whatsapp, entre outros, esses meios de comunicação ajudam a aproximar as pessoas. No entanto, muitas notícias contidas na rede são falsas, também conhecido como “Fake News”, e se espalham com muita rapidez, atingindo milhares de pessoas em pouquíssimo tempo. Tal situação poderia ser evitada se as pessoas checassem a veracidade das informações antes de compartilhá-las, pois esse tipo de notícia pode prejudicar pessoas inocentes.    Um estudo realizado pela agência Advice Comunicação Corporativa, aponta que 78% dos brasileiros se informam pelas redes sociais. Destes, 42% admitem ter compartilhado notícias falsas e apenas 39% conferem antes de compartilhar. Sendo assim, é possível perceber que a maioria das pessoas não se preocupam em procurar informações em sites confiáveis, de cunho jornalístico, aliás a maioria compartilha sem saber se a noticia é verdadeira. A partir do resultado dos dados apresentados é possível perceber que se não houver uma orientação adequada aos usuários dos meios de comunicação, as “Fake News” continuarão se espalhando.    Além disso, a propagação de informações falsas pode prejudicar pessoas inocentes. Um exemplo disso, foi o que aconteceu com um casal de fotógrafos, Luiz Áureo de Paula e Pamela Martins que foram espancados em Araruama, no Rio de Janeiro, após viralizar um boato no Whatsapp de que eles estariam sequestrando crianças. A notícia continha a foto do casal e até mesmo a placa do carro. Situações como essa mostram o quanto pode ser grave espalhar “Fake News”, e como é importante verificar as informações recebidas pelas redes sociais, mesmo que esta tenha vindo de pessoas conhecidas.    Sendo assim, é notório o quanto é importante combater as notícias falsas que são disseminadas pelas redes sociais. Para isso, o Ministério da Educação poderia propor palestras nas escolas que tratem sobre o assunto e as possíveis consequências. Além disso, os professores também poderiam trabalhar essa temática em sala de aula, trazendo algumas notícias aos estudantes para que eles pesquisem e descubram se realmente é verdadeira. Ademais, o MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) poderia cobrar mais das redes sociais, para que tanto as Fake News quanto páginas que disseminam esse tipo de conteúdo sejam retiradas o quanto antes da rede. O MCTIC também poderia elaborar propagandas que mostrem à sociedade o quanto pode ser prejudicial compartilhar notícias sem ao menos verificá-las. A partir dessas medidas a propagação dessas informações podem diminuir e consequentemente pessoas inocentes não serão mais vítimas desses tipos de boatos.