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Enviada em: 18/08/2017

A existência de riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet não é um fato atual. Desde o invento da internet em 1969, nos Estados Unidos, já tínhamos a consciência de que ela seria usada para o bem e o mal. Porém, existem pessoas que por acharem que serão julgados como cultos, compartilham boatos sem terem a certeza de que o fato é real. E isso pode trazer sérios prejuízos para a vida do divulgador e das pessoas envolvidas.           Logo, chegamos a conclusão de que este fato é um problema, pois se um retrato falado de um suposto criminoso é publicado em uma rede social, se alguma pessoa parecida é "reconhecida", essa pessoa pode ser afeta de tal maneira que até sua vida social pode simplesmente ser destruída. Também existe a possibilidade das pessoas que compartilharam notícias falsas serem processadas e obrigadas a pagar uma indenização ao sujeito que foi prejudicado com a notícia.     Contudo, esse problema está longe de ser resolvido, porque os indivíduos que fazem o uso das redes sociais muitas vezes compartilham as noticias sem verificar se o site é confiável, qual foi a data da postagem e se a notícia não é muito sensacionalista. Além disso, existe o fato que algumas pessoas não leem o texto todo, as vezes elas só olham o título acham interessante e resolvem compartilhar, sem pensar nas consequências deste ato.          Portanto, medidas são necessárias para a solução do impasse. Seria necessária a conscientização dos indivíduos, para isso devem ser instituídas palestras em ambientes escolares, de trabalho e público, dadas por membros da Secretaria de Imprensa da Presidência da República (SIP). Também é necessário que o governo faça campanhas sobre esse assunto, para alertar a todos. Como dizia Omar Bradley (general do exército dos EUA): “Se continuarmos desenvolvendo nossa tecnologia sem sabedoria ou prudência, nosso servo pode acabar se tornando nosso carrasco”. Dessa forma, estaremos diminuindo a divulgação de boatos.