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Enviada em: 26/08/2017

O acesso à informação nem sempre foi fácil como nos dias atuais. Hoje existem vários canais de comunicação, enquanto na Idade Média quem sabia ler era do clero ou nobre. Porém, em meios de comunicação, como o Facebook, circulam inverdades que mudam a opinião do povo e geram problemas.    Em 15 de agosto, o youtuber Nando Moura publicou um vídeo em que contrariava afirmações de outro influenciador digital, Leon Martins, o qual dizia que o nazismo é de extrema direita. No vídeo, porém, Nando usa argumentos fora de contexto oriundos de livros como o Guia Politicamente Incorreto da História do Mundo, somente para defender seus ideais. Assim ocorre com quem compartilha boatos na internet, reafirmando seu ponto de vista em coisas infundadas.     Além disso, o partilhamento de mentiras ocorre por causa do alarmismo contido nelas, assim, se espalham com rapidez. Entretanto, elas podem arruinar a imagem de alguém, como foi o caso de Francineide, a qual tenta reconstruir a vida após boatos dizendo que ela e o ex-esposo estavam sequestrando crianças em diferentes lugares.    Portanto, medidas se tornam necessárias para resolver o impasse. O Ministério das Comunicações e o da Ciência e Tecnologia devem exigir que grandes redes sociais crie um segmento especializado em identificar e excluir boatos neles contidos. E, criar uma campanha, juntamente com a participação de influenciadores digitais, a qual mostre ao povo como não cair em mentiras e como alertar outros das mesmas, por meio da mídia e anúncios no transporte público e em ruas.