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    O livro Cem anos de solidão de Gabriel García Marquez relata a perpetuação da violência que tragicamente a família Buendía atravessa por gerações essa obra assemelha-se com o violento sofrimento da "família Brasil" através da violência urbana. Nesse contexto não há dúvidas de que o combate a bestialidade civilizada é um desafio nacional, o qual ocorre, não só à negligência governamental, mas também a sensação de impunidade. A constituição cidadã de 1988 garante a segurança como um direito social, todavia o Poder Executivo efetiva esse direito de forma ineficiente. Consoante o ex-governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger "A primeira e principal função do governo é a segurança pública", logo verifica-se que este conceito se encontra deturpado no Brasil à medida de que a violência urbana se alastra de forma exponencial fazendo o direito permanecer no papel. Outrossim, a sensação de impunidade ainda é um grande impasse a redução da violência urbana. Tristemente a existência de tal situação é reflexo da valorização dos padrões criados pela consciência coletiva. No entanto segundo o filósofo Pitágoras, é educai as crianças e não será preciso castigar os homens, assim uma mudança nos valores da sociedade é fundamental para transpor as barreiras da violência. Portanto, medidas são necessárias para resolver esse problema. Cabe ao Ministério de Segurança Pública entrar em parceira com o MEC para criar um projeto a ser desenvolvido nas escolas a qual promova palestras, apresentações artísticas e atividades lúdicas, uma vez que ações culturais coletivas têm imenso poder transformador a fim de que a comunidade escolar e a sociedade em geral conscientizem-se. Desse modo, a realidade distanciar-se-á da ficção e os Buendía tupiniquins vencerão a perpetuação da violência urbana.