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    Primordialmente, no século II a.C a cidade de Roma passou por várias transformações territoriais e comerciais, que ocasionaram em uma grande circulação de pessoas de várias regiões que propiciou em um cenário violento, como casos de esfaqueamento em ruas estreitas que dificultavam flagrar as violências. Nesse sentido é possível destacar que o problema da violência no Brasil é grande, sendo propagado principalmente pela  pobreza, desigualdade social, e pela insuficiência do estado com métodos pouco eficazes que podem piorar a situação.
     Dessa forma, é preciso explicitar que o fenômeno de êxodo rural que ocorreu no fim do século XX, contribuiu para uma maior concentração da população no ambiente urbano. No entanto, a infraestrutura das cidades não acompanhou o inchaço urbano, e, por consequência disso não houve progressos suficientes para atender a população em empregos, saúde, educação e etc. E assim houve a marginalização dos grupos menos desfavorecidos, que passaram a morar em lugares precários isentos da segurança publica, tornando foco de uma violência que amedronta toda a população.
     De maneira análoga a Aristóteles a política deve ser utilizada de modo que por meio da justiça o equilíbrio seja alcançado na sociedade. Sendo assim é notório destacar que o Brasil anda em desiquilíbrio, pois, o poder público falha em investir no combate á violência, principalmente no combate ás facções do crime organizado que são as maiores vetores de violência, aliado a baixíssima remuneração dos agentes policiais, que são em sua maioria mortos defendendo esse impasse, como ocorreu no Rio de Janeiro quando as forças armadas invadiram comunidades a fim de acabar com a violência.
    Dessa forma, com o intuito de diminuir as disparidades sociais, cabe ao governo realizar projetos que levem para as áreas menos favorecidas, o acesso igualitário de educação, postos de saúde, empregos e etc, além disso que ofereçam serviço de proteção paras todas as pessoas.