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    A violência faz parte do cotidiano da humanidade desde os seus primórdios. E, mesmo com o atual avanço científico e tecnológico, parece faltar muito para o ser humano renunciar os atos violentos. De acordo com um estudo Suíço, divulgado em 2008 em Genebra, o Brasil corresponde a 10% dos homicídios praticados no mundo. Contudo, não só os brasileiros sofrem com ações selvagens mas também povos em todo o globo. 
      No Brasil, as questões sócios econômicas como pobreza e desigualdade social são vistas como fatores que conduzem a violência urbana. Pode se dizer ainda, que o crescimento desordenado das cidades criou sérios problemas socais como: miséria, subemprego e marginalização os quais, também alimentam a selvageria. Desse modo, deixa evidente que esse cenário é um grande problema social e por isso, exige uma atenção governamental. 
      Vale ressaltar, que diariamente os telejornais destacam notícias de assaltos, sequestros, estupros e outros tipos de violências nas cidades. E, embora, esse cenário preocupante seja mais comum nas metrópoles, pequenas cidades do interior começam a ser alcançadas por ele. Logo, é plausível que o governo atentesse a essa propagação do contrário o problema pode tomar proporções assustadoras e incontroláveis. 
      Além disso, a violência urbana, de alguma forma, altera os hábitos da população. Nesse sentido, os gastos com a saúde pública podem crescer uma vez que ambientes violentos aumentam o estresse nas pessoas e a química liberada por ele é responsáveis por originar diversas doenças.  
      Portanto, para livrar a população brasileira de atrocidades diárias como sequestros, assaltos e assassinatos em série é necessário que os Governos Estaduais invistam em segurança pública para assim, assegura os cidadãos do stresse e dessa realidade. Como ainda, as capitais devem propiciar a sua população Campanhas semelhantes a Campanha- Instituto de Vida, que visa reduzir em 50 % os homicídeos em 10 anos. Logo, com esses feitos, o Brasil poderá corresponder com um cenário menos atroz.