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    Desde o Iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se interessa pelo problema do outro. No entanto, ao observar o elevado índice de violência urbana no Brasil, verifica-se que esse ideal iluminista é constado na teoria mas não desejavelmente na prática, e a problemática persiste intrisecamente ligada à realidade do país, influenciada pela desigualdade e vulnerabilidade social.
       Na série Orange is the New Black, que trata de um presídio feminino, observa-se que a maioria das presidiárias, são pardas ou negras, pertenrcentes a classe social baixa, moradoras de bairros periféricos da cidade e foram para o mundo do crime por falta de opção no mercado de trabalho. Trazendo essa realidade para o país, acontece o mesmo, pois jovens encontram nos diversos tipos de crime, como assaltos e tráfico de dogras, uma forma de trabalho, que lhes foram tirados pela desigualdade social, afastando a perspectiva de um trabalho digno.
       Portanto, por conseguinte, percebe-se inseguranças das pessoas nas ruas por medo de sofrerem trauma físico ou psicológico desses jovens. Além dos fatores socias, nota-se que 56,5% dos jovens infratores que estão entre 15 e 19 anos, acabam morrendo por confrontos entre policias ou acertos de contas entre eles, e isso, influencia exponencialmente na pirâmide do PEA ( População Economicamente Ativa), no qual contribuem em maior parte, acarretando problemas econômicos.
       É evidente, portanto, que projetos socias de combate à desigualde por meio de ONG´s sejam impostos nas camadas mais pobres das cidades, sendo realizadas aulas de lazer e dentro da sala de aula, junto com oficinas práticas de como funciona o mundo do trabalho e especializações profissionais. Assim, será trabalhado jovens infratores para que saiam do mundo do crime e não se tornem adultos criminosos.