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    Violência, a Marca de Sangue que Mancha o Brasil
      A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), regida em 1948, pela Assembleia da Organização Unida (ONU), concede a todos os cidadãos o direito de viver livre em sociedade, que engloba o direito à vida segura. Entretanto, esse direito é corrompido e afeta todas as famílias brasileiras, pela falta de conscientização da população e a falta de segurança no país, que origina, a violência urbana no século XXI. Em dados estatísticos nos últimos 20 anos, os números de assassinatos cresceu 237%, equivalendo a 11% de todas as vítimas do planeta, segundo declaração da ONU.
      Diante disso, o CNJ divulgou a Política Judiciária Nacional de Enfrentamento á Violência Doméstica. As denúncias diárias recebidas caracteriza-se 923 em média, todas as vítimas mulheres que qualificam 23% como agressões físicas. Isso significa, portanto, que o esterótipo de gêneros é um dos precursores dessa violência.
      Outra forma de violência humana comumente no país é a no trânsito. Essa é a representante do maior fator de mortalidade entre os jovens homens, que cerca de 1 a cada 5 jovens, com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), já se envolveram-se em algum tipo de agressividade ao dirigir, segundo o Ministério da Saúde. Em 2018, na cidade de Curitiba, de origem a uma briga no trânsito ocasionou a morte de um homem, após uma discussão no semáforo, fato divulgado em rede nacional pelo Jornal Nacional, da Rede Globo.
      Para fim da exclusão desse passo negativo na sociedade que ocorre pela falta de educação da população. Os governantes federais tem que utilizar da propaganda em tv e rádio, formas de conscientizar a população de uma maneira geral, relatar casos de diversos tipos das violências urbana, e os desfechos das histórias. Deve-se também criar um dia contra a violência, nessa data todos os leitos escolares tanto públicos e particulares, desde crianças até homens e mulheres. Passará  palestras, formas de defesa e disk denuncias como o 180. É dever do Ministério das Relações Exteriores, incluir matéria específica quando efetuar pela primeira vez a CNH, e em todas as renovações sobre esse ato de agredir ao dirigir, identificando seus pontos, multas e prisões. A educação é a chave para se viver bem em sociedade, e conseguinte esse impasse irá minimizar ao máximo.