Violência urbana no Brasil

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    No dia 13 de maio de 1888, a escravidão no Brasil foi abolida, porém, após a abolição, os negros continuaram sofrendo com a desigualdade social e racial, que resulta na violência contra a população negra. Essa situação perdura até hoje na sociedade contemporânea, com pessoas que sofrem com a desigualdade social sendo vítimas de violência. Convém, então, analisar a violência sofrida por negros e o aliciamento de jovens por questões de pobreza ao mundo do crime como uma problemática na sociedade brasileira.
         Em primeiro lugar, nota-se que a população negra sofre com altas taxas de assassinato, resultantes da desigualdade social e racial. Tal situação é explicada pela atuação de racistas no país, que usam a violência como forma de atacar a população negra por conta de sua cor, com isso percebe-se raízes do preconceito a negros que perdura desde a época da escravidão no país. Prova disso, são os dados do Ipea que apontam que mais de 70% das mortes violentas no país são contra negros e pardos, tornando notória a importância do combate da atuação de racistas no país.
    
         Em segundo lugar, observa-se que a pobreza influencia jovens a entrar no mundo do crime, com o propósito de ter uma vida melhor. Tal situação é explicada pelos altos índices de jovens de comunidades carentes se aliciando ao crime organizado, que por não ser repreendido de uma maneira certa pelo Estado, leva os jovens a crença do crime como opção de vida. Prova disso, são os dados do Ipea que apontam que mais de 50% das mortes de jovens brasileiros foram através da violência, resultando principalmente do mundo do crime, tornando notória a importância da retirada de jovens do mundo do crime.
    
         Diante disso, deve-se tomar medidas para promover a redução da violência urbana no Brasil. Desse modo, o Ministério da Justiça deve aplicar penas severas a quem pratica assassinato por conta de cor, por meio da criação de leis públicas que elevem as penas a quem pratica tal ato, com isso acontecerá a redução das taxas de morte de negros no país. Ademais, o Estado deve promover a retirada de jovens do mundo do crime, por meio da criação de instituições que acolham os jovens de comunidades carentes, propiciando-nos melhores condições de vida, com isso os jovens perderão a crença no mundo do crime como opção de vida. Afinal, como afirma Platão: “O importante não é viver, mas viver bem”.