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    Homicídio, agressão, roubo, preconceito. Diversas são as manifestações de violência presentes na sociedade brasileira, que evidenciam suas consequências e importância de combatê-las, além de propiciar o retrocesso da busca por tornar a sociedade mais segura e harmoniosa. Outrossim, no âmbito urbano, tais exemplos de crimes se encontram intrínsecos na contemporaneidade. Ademais, isso soma-se com a banalização, de seus efeitos, pelo governo - o principal responsável para que haja a melhora do quadro de violência -, o que causa o sentimento de insegurança em parte da população, a qual se priva da convivência social.
      Primeiramente, é imprescindível a análise da persistência do número de violências no Brasil, problema que afeta todas as classes sociais. Entretanto, o problema se origina pelas classes mais baixas, onde grande parcela dos criminosos se encontram. Tal fato se justifica pela desigualdade presente em suas realidades sociais, o que acarreta na piora do quadro econômico e sustentável de suas famílias, e que, mais tarde, ocasiona na busca por outras formas de se sustentarem. Roubo, violência física, homicídios. São algumas das formas usadas por esses criminosos, que demonstram o uso do crime como modo de vida, e de se incluírem no meio em que vivem, no qual é presente o costume do crime. Essa desigualdade é proporcionada pela ineficiência do poder público, no que tange a negligencia de investimento para a melhora da igualdade econômica e social entre diferentes classes, o que possibilitaria a diminuição de casos de crimes justificados pela dificuldade financeira.
      Como resultado da criminalização não devidamente evitada, a longo prazo, evidenciariam-se efeitos traumatizantes em certa parcela da população. Sendo esses impactos psicológicos, atrelados com o medo de se conviver fora de casa, o que causa a permanência de algumas famílias em suas residências. Essa sensação de insegurança se justifica por experiências traumatizantes, e de âmbito violento, vividas por pessoas que se consideravam seguras em seus meios. Logo, esse problema é, não só da esfera social, mas também da conjuntura da saúde pública. Uma vez que, psicologicamente, esses cidadãos necessitam de tratamento que buscam a minimização de seus traumas. 
      Portanto, para que ocorra a diminuição da desigualdade social, e, consequentemente, a redução de crimes, ONGs promoveriam cursos sociais e profissionalizantes. Esses cursos seriam ministrados em comunidades que haja uma maior incidência de crimes por parte dos jovens. Esses jovens, ao entrarem nesses cursos, seriam acompanhados por profissionais que buscariam identificar o avanço e as dificuldades de cada aluno. Com a melhora do quadro de crimes, espera-se que haja menos casos de violência que ocasionariam problemas psicológicos e sociais no restante da população.