Violência urbana no Brasil

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    De acordo com a Constituição Federal de 1988, a República Federativa brasileira deve propiciar segurança a todos. De certo, o estigma relacionado à violência urbana impossibilita essa realização, seja por privação de segurança pública ou por ineficiência governamental na aplicação de capital público.
    Deve-se pontuar, de início, que a segurança inábil atual gera vulnerabilidade de atos violentos. No entanto, é notável a ausência de treinamentos adequados para com profissionais desse âmbito, que demandam de uma maior qualificação para assegurar civis. Tais atos, impulsionados pela disseminação de discursos de ódio, tornam-se um escrúpulo na sociedade contemporânea, no qual configura se um viés inconcebível para uma nação em ascensão, diferenciando-se de seu lema progressista.
    Ademais, deve-se destacar a incoerência do governo brasileiro para com a segurança pública. Desse modo, se não há investimentos em setores essenciais da sociedade, a população se tornará vulnerabilizada a criminalidade e, consequentemente, será defasada na preservação de vidas. Segundo o filósofo iluminista John Locke todo ser humano possui direitos naturais, nos quais está incluso a seguridade que é tratada como um termo secundário, visto que deveria ser atenuada pelo Estado em forma de investimentos.
    Portanto, visto que a violência urbana é um revés, o Poder Público deve destinar parte do Produto Interno Bruto (PIB) para o desenvolvimento de profissionais, por meio de atividades que estimulem a vivência de confrontos reais à agressão, além de promover palestras motivadoras aos seguradores, de forma que os auxiliem a exercer seu ofício de forma eficaz, garantindo assim, a preservação da estabilidade social perante a violência. Assim, de fato, de acordo com o escritor Oliver Wilde, haverá mudanças efetivas no corpo social.