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    Promulgada pela ONU em 1948, a Declaração dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Conquanto, a violência urbana impossibilita que a população desfrute desse direito universal na prática. Nesse sentido, é necessário que subterfúgios sejam encontrados a fim de resolver essa inercial  problemática.
      A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, estando entre as dez melhores economias mundiais, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema de ensino público eficiente. No entanto, a realidade é justamente o oposto e o resultado dessa ineficiência é claramente refletida na violência. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil registra a segunda maior taxa de mortalidade por agressão do mundo, estando atrás apenas da Colômbia. Diante do exposto, é inaceitável a negligência do poder público para com a segurança do país.
      Ademais, é lícito referenciar a falha do Estado na repressão a violência como impulsionador do problema. De acordo com dados da 12 Anuário de Segurança Pública, o governo federal aumentou em 6,9 por cento os investimentos em segurança pública. No entanto, o Brasil está gastando muito,mas não necessariamente melhor na área de segurança. Segundo especialistas o modelo de segurança pública está falido e não acompanha as necessidades da sociedade. Diante de tal contexto, é inadmissível a falta de comprometimento do governo para com a segurança pública.
      Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a eficiência de políticas que visem à construção de um mundo melhor. Tornando assim indubitável a importância do Governo Federal, mediante o ministério da educação fomentarem no ambiente escolar, os perigos que a violência pode causar na sociedade, por meio de materiais didáticos específicos. A fim de que, essa problemática de cunho social e de segurança pública, seja cada vez menos recorrente na sociedade brasileira.