Violência urbana no Brasil

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    Diversas são as manifestações de violência urbana no Brasil, a exemplo, assaltos, homicídios, agressões e entre outras formas, a Constituição Federal infere que é responsabilidade do estado manter a segurança pública. Porém, a ineficiência governamental e a desigualdade social é as principais causas da desordem do país. 
      Em primeiro lugar, relembrar o ocorrido em maio de 2006, no qual detentos do Primeiro Comando da Capital ''PCC' organizaram rebeliões nos presídios paulistas, disparos de arma de fogo a militares e delegacias, como também destruição de ônibus e assaltos aos comércios devido a transferência do chefe do PCC para a cadeia  de segurança máxima. Com o intuito de coibir a ação dos infratores os policiais realizaram buscas dos dos suspeitos, que instalou uma verdadeira guerra entre soldados e criminosos, com 493 óbitos segundo dados da secretária estadual de segurança de São Paulo. Isso mostra a ineficácia do setor de segurança, pois presos comandam ações criminosas de dentro dos presídios e oficiais utilizam a autoridade para ceifar vidas.
          Além disso, no documentário notícias de uma gerra particular produzido por João Moreira Sales e Kátia Lund em 1999, entrevistaram transgressores, o qual relatou que o traficante entra no mundo do crime devido falta de emprego e salário digno, para suprir as necessidades de alimentação e moradia, visto que a classe pobre não tem condições financeiras de pagar por cursos profissionalizantes e qualificação profissional que o mercado de trabalho exige como critério de seleção. 
        Portanto, é necessário que medidas sejam realizadas, cabe ao Ministério da Educação aumentar o número de vagas ofertadas no programa Pronatec que oferece qualificação profissional a população pobre, além de abrir novas instituições nas regiões de baixa renda, assim diminuir a desigualdade social por meio da educação, ademais cabe ao Ministério de Segurança realizar capacitações aos militares, como agir em casos de rebeliões e aumentar a segurança no interior dos presídios.