Violência urbana no Brasil

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    De acordo com índices divulgados pelo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP) as mortes causadas por assassinatos tem aumentado gradualmente. Diante disso, o Brasil foi comparado a Europa com trinta vezes mais o número de mortes por esses rótulos desde 2016, entretanto umas das principais causas que geram indivíduos com esses comportamentos são os baixos níveis de escolaridade e encaram o ato como forma de "ganhar a vida". Portanto, a educação influência no processo de formação do caráter dos seres humanos, tais como saber lidar com a cor de pele de seus colegas ou a religião que cada um segue.
        Em 2003 a porcentagem das mortes causadas por arma de fogo aumentou em 38,4% e tem se mantido até os dias atuais. Haja vista, que a elevação dos números é perceptível. Diante do pressuposto, é possível observar que o racismo, a falta de educação, a perseguição contra pessoas que seguem suas religiões e outros fatores tem se agravado com o passar dos anos. Ainda assim, a visão das crianças tem sido voltada para os televisores e criando em suas mentes que o poder que os super-heróis usam para combater sua raiva, é a violência. Evidenciando assim que no futuro não tão distante seus problemas poderão ser resolvidos através dela. 
          Contudo, a necessidade da conscientização é vista como prioridade nos quesitos gerais. Para que a escolarização não seja uma obrigação, mas sim um processo de adquirir caráter, igualdade e compaixão pelo próximo. Com isso, os "atos heroicos" vistos nas televisões e computadores sejam apenas em simulações entre personagens e para que assaltos não sejam os únicos meios de ganhar dinheiro.