Violência urbana no Brasil

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    Assaltos, estupro, agressões. Diversas são as manifestações da violência urbana no Brasil. Nesse sentido, sob a perspectiva de Foucault na obra "vigiar e punir", a prisão ocidental é uma forma de disciplinar o individuo de modo não humanista, desprezando que a violência, em sua grande parte, é fruto do impacto social gerado pela pobreza e a escassez de oportunidade refletindo em em uma insegurança e concomitantemente a criação de panópticos, citados pelo filósofo em seu livro.
           Destarte, a negligência governamental em relação a segurança pública e a impunidade torna esse um problema ascendente, e por conseguinte acarreta em impactos a saúde pública, visto que a demanda dos hospitais aumentam diante da necessidade de atendimento das vítimas.
          Ademais, os indivíduos mais vulneráveis encontram na criminalidade uma forma de sustento e status na sociedade. Isto está diretamente ligado a falta de emprego e profissionalização no país. Tal realidade resulta na inseguridade entre a população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 77 milhões de pessoas tem medo de andar na rua, evidenciando dessa forma, o medo disseminado pela violência.
    
          Mediante aos fatos elencados, faz-se indispensável uma intervenção. Portanto, afim de reduzir a criminalidade urbana no país, cabe as ONGs criarem cursos profissionalizantes com professores qualificados, nas áreas carentes do país, para introduzir os cidadãos fragilizados no mercado de trabalho. Também é importante que o governo estadual, a partir do redirecionamento de verbas, aumente o efetivo policial e rastreamento de ocorrência,  para que dessa forma a violência seja mitigada no Brasil.