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    A violência urbana assola o país. Roubos, sequestros, furtos, tiroteios fazem parte da rotina do cidadão brasileiro e trazem sentimentos de medo e insegurança a população. Além disso, essa problemática causa desequilíbrio na dinâmica das grandes cidades e economia do país.
    Diante disso, é necessário entender que a maior parte da população do país vive em regiões metropolitanas de grandes centros urbanos. Entretanto, por não conseguir acompanhar o crescimento brusco desde o Êxodo Rural, essas cidades não têm estrutura para oferecer algumas necessidades básicas como saúde, educação, moradia e emprego a esse vasto número de moradores. Obtêm-se assim, uma aglomeração desses cidadãos em periferias e favelas onde as grandes facções criminosas
    como o PPC (Primeiro Comando da Capital)  e o CV (Comando Vermelho) nascem e escondem-se.
    Certamente, o governo não está preparado para lidar com esse fato de maneira eficiente. Exemplo disso, foi a intervenção federal no Rio de Janeiro em 2018, onde a resolução foi temporária e ineficaz já que por um lado a criminalidade diminuiu durante a intervenção, por outro lado, o número de mortes em combate foi de 38% de acordo com o G1.  
    Mediante a isto, cabe ao Governo Federal e ao Ministério da Segurança Pública, implantarem medidas eficazes no combate a criminalidade. Tais como, investimento em equipamentos e helicópteros aos policiais e bombeiros. Enquanto, as prefeituras deveriam incentivar programas de esporte e olimpiadas de educação, investindo em projetos dentro das escolas públicas, visando um futuro melhor as crianças.