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    A violência urbana é corriqueira nas cidades brasileiras, especialmente nos grandes polos e capitais. É necessário compreender que, tais atos, estão devidamente relacionados com a grande desigualdade social aqui presente, e também, com o despreparo dos agentes policiais. 
         Por conta do inchaço populacional no ambiente urbano, grupos mais pobres ocupam em maior quantidade as regiões periféricas, onde serviços entregues pelo Estado, como educação e saúde, são precários e de má qualidade.
          Tais fatores impulsionam e podem levar a marginalização das pessoas que ali vivem, uma vez que não lhes são oferecidos oportunidades e condições básicas para se viver dignamente. Além disso, as forças policiais brasileiras são as que mais matam no mundo, segundo relatório da Anistia Internacional, onde diz que na maioria dos casos, são homicídios de pessoas já rendidas ou feridas sem algum aviso prévio.
          Ademais, há de se considerar que, a polícia não transmite a devida segurança para moradores de comunidades e, também, em alguns casos causa medo. De acordo com o instituto Datafolha em uma pesquisa de 2015, 62% da população tem medo de sofrer agressões da polícia militar, sendo importante destacar que, os que mais temem são jovens, negros, pobres e moradores do nordeste.
           Em síntese, a violência urbana é um crescente problema no Brasil. Contudo, cabe a instituição da polícia realizar mudanças e melhorias em sua estrutura e preparação de profissionais, para que mudem sua forma de agir, buscando a proteção de todo e qualquer cidadão, e também, o Governo Federal com apoio dos Governos Estaduais, deve aumentar os investimentos na educação e proporcionar os direitos básicos de todo cidadão, como previsto na constituição de 1988.