Violência urbana no Brasil

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    Segundo Gandhi, o futuro depende do que fazemos no presente. Nesse sentido, garantir a segurança da população do país é assegurar o cumprimento da carta magma de 1988. Logo, convém analisar o contraste do conceito violência e a omissão dos órgão responsáveis, que surge como desafio para manter o contrato social.
       Em primeiro lugar, é notável que a violência urbana no país está imersa em características do dualismo barroco, ou seja, truculência no Brasil e tida  com ruim baseando-a em quem pratica. Segundo a pesquisa divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o índice de morte violenta no país chaga á ser 30 vezes maior do que o continente europeu. Isso ocorre porque tanto a sociedade quanto o Estado incentivam e justificam a agressividade, principalmente dos policiais. Desse modo, a fama mundial dos órgão de segurança do Brasil, sendo esta de violenta, corrupta e de a que mais mata só é reafirmada.
        Em segundo plano, a ausência do Estado para com medidas que se evite o crescimento dos dados da ênfase a um mercado da violência. Sob ótica do teórico da comunicação Marshall Mc Luhan " os homens criam as ferramentas e as ferramentas recriam os homens". Nessa perspectiva, é perceptível que os aparatos que trazem segurança apesar de fornecer a sensação de proteção, contribui para o medo da população e aumenta a demanda do mercado dos objetos. Isso ocorre devido as cotidianas notícias transmitidas através da mídia sobre violência, dando destaque as mesmas. Consequentemente, as pessoas sendo induzida a isso entra em um estado de terror, onde cada vez mais, em busca da segurança, perde seu direito de ir e vir e se submetem a um tipo de prisão domiciliar.
        É imprescindível, portanto, a resolução de tal problemática. Assim cabe ao  Ministério da Educação em conjunto com o Ministério da Segurança promover campanhas que abra o leque do conceito de violência, demonstrando que ato deve ser combatido e evitado independente de quem pratique, além de promover uma formação mais humanizada para os agente da lei, diminuindo com isso os ocorridos e sempre deixando claro que agressão e truculência não deve ser visto como bom, independente da situação. Da mesma forma, o Estado de honra o contrato social, que segundo Rousseau é o acordo que regula a convivência em  sociedade, por isso deve-se combater a arquitetura do medo que a mídia e empresas vem fazendo, estabelecer limites á esse mercado de terrorismo psíquico