Violência urbana no Brasil

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    No final do século XX, o Brasil passou pelo  fenômeno do Êxodo Rural, que contribuiu para maior concentração da  população no ambiente urbano e a busca da melhoria de vida. No entanto, a infraestrutura das cidades  não acompanhou o rápido crescimento e nisso agravou a desigualdade social e até mesmo a violência urbana pela insuficiência de emprego, saúde, educação, entre outros. Dessa maneira, deve-se analisar o impacto  que a violência gera no meio urbano.
          Em primeiro plano, no Brasil houve marginalização dos grupos mais pobres nos bairros mais periféricos, por serem mais precários e por possuir moradias mais baratas e com pouca segurança pública. Assim esses bairros tornam-se focos de violência que assusta a população como um todo. Por vez, a desigualdade social e a pobreza são fatores que estimulam a criminalidade e, consequentemente a violência.
          De outra parte, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), os homicídios equivalem à queda de um Boieng 737 lotado, representam quase 10% do total de mortes no país e atingem principalmente os homem adolescentes: 56,5% de óbitos dos brasileiros entre 15 e 19 anos foram mortes violentas. De modo que o número de mortes violentas é também uma desigualdade racial, onde 71,5% das pessoas assassinadas são negras ou pardas. Além, do uso de arma de fogo chega a níveis elevados no Brasil, que causam mortes por tiros desde 1980.
          Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Com a iniciativa do Ministério Publico, da Polícia Militar e Civil, por meio de uma lei que estabeleça instâncias e mecanismos de cooperação nacional e estaduais. Além disso, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) de a iniciativa e verba em requerer lei que crie, defina e dê orçamento para o sistemas de dados e a coordenação pelo instituto.