Violência urbana no Brasil

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    Promulgada pela ONU(Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos os indivíduos o direito à segurança e ao bem-estar social. Conquanto, a violência na sociedade brasileira impossibilita que grande parcela da população possa desfrutar desse direito na prática. Nessa perspectiva, convém analisar meios para enfrentar esse problema. 
       Um dos fatores que mais colaboram para que o Brasil seja referência mundial no que tange à violência urbana, sem dúvida, é a legislação atual. Hodiernamente, ocorrem no país mais de 62 mil homicídios por ano, de acordo com o IPEA(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Tais números são alarmantes e refletem o quão ultrapassada é a Constituição de 1988, haja vista que são leis criadas no século passado - hoje, porém, é nítida a necessidade de leis apropriadas para o século XXI. 
        Ademais, a educação é a base para o desenvolvimento de qualquer país e a forma como a mesma é negligenciada no Brasil, impulsiona o problema. Segundo Rousseau, filósofo iluminista, o homem nasce bom, mas o meio social o corrompe. Dito isso, é preciso educar a sociedade para que esta, ao invés de corromper o próximo, o conduza para o caminho certo e não para a violência. 
        Isto posto, urgem medidas que possam atenuar ou mesmo solucionar essa problemática. Para isso, cabe ao Ministério da Justiça realizar uma revisão e atualização da legislação vigente, implementando leis mais rígidas a fim de combater a violência na sociedade brasileira. Além disso, o Ministério da Educação poderia, através de subsídios advindos que impostos, promover campanhas de conscientização em escolas, faculdades, televisão, internet e metrôs com o intuito de promover igualdade, respeito e educação no meio social. Realizando tais ações, o Brasil poderia, enfim, deixar de ser um dos países mais violentos do mundo e passar a ser conhecido como exemplo a ser seguido.