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    "No meio do caminho tem violência, tem a violência no meio do caminho..." parafraseando Drummond retratamos a contemporaneidade, e a marginalização da sociedade perante aos grupos desfavorecidos, assim como também, o descaso do Estado diante à educação na transformação social e a violência nos centros urbanos. 
     Inicialmente, consorte o filósofo Thomas Hobbes em seu livro "Leviatã", é dever do Estado garantir segurança a toda sociedade. Contudo, a criminalidade nas cidades, como o tráfico, os roubos, as milícias, evidência a omissão do governo em medidas legitimas que diminua as transgressões. Tal que, vêm corroborando para o crescimento da violência, por exemplo, a cada um europeu morrem trinta brasileiros, de acordo com o Atlas da Violência de 2018. Logo, faz-se notório que, a médio e longo prazo, a criminalidade tende-se a intensificar no país.
      Igualmente, segundo o sociólogo Karl Marx em seu livro "O Capital", pauta que a desigualdade social, acentuada pelo capitalismo, é a responsável pela violência nas metrópoles. Uma vez que, a sociedade discrimina aqueles que não possuem um poder aquisitivo, ademais, o governo negligência a educação como o elemento principal para a redução das transgressões, como o acréscimo nas penalidades e a ausência de uma reeducação social no sistema penitenciário. 
      Portanto, fica claro que para o decréscimo da criminalidade nos centros urbanos, se faz necessário uma ação do Ministério da Justiça e o Ministério dos Direitos Humanos em promover programas de educação profissionalizante nas prisões, como cursos técnicos e palestras, que insira o transgressor novamente na sociedade e no mercado de trabalho, com o intuito de retirar as pedras da violência no meio do caminho da sociedade.