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    A violência urbana no Brasil é um desafio. Faz-se necessário discuti-la uma vez que, diariamente, pessoas morrem vítimas de tal conjuntura caótica. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: A busca de equilíbrio financeiro daqueles que sentem-se inferiorizados e a adoção de políticas conservadoras para combater o problema. 
    Durante o segundo reinado foi qualificada a lei de terras que atribui-as como propriedade do estado com o intuito de impedir ascensão social dos mais pobres. Como consequência, houve a exclusão que no contexto atual implica em questões como a violência urbana. Isso se deve a falta de empregos e educação pública ineficaz que obriga parte dos indivíduos a optar pelo crime.
    De acordo com o romancista Bertolt Brecht: Do rio que tudo arrasta se diz que é violento, mas ninguém diz como são violentas as margens que o reprimem. Visto isso, é possível traçar um paralelo com a realidade do Brasil. A repressão a criminosos intensifica a adversidade. Por conseguinte, há o aumento de mortes e a insegurança para pessoas inocentes. Para combater essa situação, medidas precisam ser tomadas. 
    Em suma, o Estado deve melhorar as condições de trabalho para policiais, por meio do aumento de salários e capacitação adequada desses profissionais, mediante a  criação de projetos que visem orienta-los sobre a importância de se respeitar os direitos humanos para o bem-estar social, com a oferta de cursos com professores sociólogos e psicólogos. Soma-se o Ministério da Educação deve criar projetos nas escolas que incentivem os alunos a seguir carreira universitária e a repudiarem atos criminosos, por intermédio de projetos nos quais professores mostrem as desvantagens de se optar pela vida criminosa  como a realidade nos presídios. Dessa forma, caminhos serão trilhados, para erradicar a violência urbana do País.