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    O filme verídico "Última parada 174", retrata o percurso que leva o jovem pobre brasileiro, vítima de uma violência sistemática, a apelar para atitudes extremas e em consequências criminosas. Nesse sentido, a marginalização dos grupos mais pobres são complexas e envolve questões sociais, principalmente no que se refere a ineficiência do Estado e as desigualdades no âmbito social. Dessa maneira, tais fatores, tem sido entraves para esse aumento da violência urbana no país.
      Isso consoante ao pensamento de Dalai Lama, monge budista, a violência não é sinal de força, a violência é um sinal de desespero e fraqueza. Desse modo, o Estado deixa de investir em educação, segurança pública, tornando assim uma série de fatores que levam a hostilidade criminalizada, visto que os jovens são mais acessíveis a entrar no mundo do crime, pois muitas vezes são aliciados ou tem uma visão limitada e veem como uma opção de vida. Nesse viés é evidente o fato apresentado pelo filme, aja vista que muitos não tem oportunidades.
      Concomitantemente, dados estatísticos mostram que o Brasil está entre os três países que mais matam crianças em uma análise de 84 nações. Entretanto, percebe-se a falha em reprimir atos criminosos, gerando um ciclo de violência. Porém, na atual conjuntura brasileira é direito de todos os cidadãos terem segurança e educação, em virtude que a classe social negros e pobres de comunidades carentes são os que mais sofrem essa problemática. Dessa forma, é indubitável que a desigualdade social vigente no Brasil, são as causadoras da violência tanto em áreas periféricas quanto em grandes centros urbanos.
      Portanto, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) em parceria com a Secretaria Executiva do Ministério da Justiça aprimore estudos e pesquisas voltadas para a redução da criminalidade como, por exemplo, melhorias de profissionais capacitados, aperfeiçoando os postos de policiamento nas ruas, diminuindo os delitos infratores. Além disso, o Ministério da Educação invista em criações de políticas públicas de ações efetivas inclusivas, como escolas, palestras, principalmente nas comunidades periféricas. Para que dessa maneira, a sociedade não apele para o crime e tenha os seus direitos sancionados na Constituição brasileira para assim evitar o que ocorreu no filme.