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    O filósofo grego Aristóteles, o prussiano Immanuel Kant e o britânico iluminista Jeremy Bentham, todos eles têm algo em comum: dissertaram sobre a ética, condutas universais do homem para se que tenha boa convivência social de maneira plena, em suas premissas e obras. No entanto, essas regras vêm sendo quebradas constantemente, como no caso da violência, em especial, no Brasil. Dessa maneira, é necessário apontar dois pontos importantes nessa conjuntura: o processo socioeconômico e a criminalidade nos grandes centros urbanos. 
      A princípio , vale ressaltar que a desigualdade social é um dos fatores determinantes para a permanência dessa problemática. Isto porque , a partir do início do século XX , Rio de Janeiro passou uma por uma reforma urbana que ocasionou segregações socioespaciais , ou seja, acabou colocando a população mais carente em locais mais afastados dos centros e sem incentivo governamental. Nesse sentido, a partir desse dado histórico, analisa-se que a partir do momento que homens e mulheres são isolados socialmente dos seus direitos civis , grupos criminosos, infelizmente, começam a agir dando incentivo básicos que o Estado não deu como gás, luz, água e nascem,assim, as favelas. 
       Outrossim , cabe salientar que roubo de carro, celular , cartão de crédito é algo constante dentro da estrutura nacional. O que de acordo com Jean-Paul Sartre, filósofo e francês , “a violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta , é sempre uma derrota” . Sob a ótica apresentada , pode-se avaliar que o indivíduo em si que comete crimes ele não está apenas auto se denegrindo eticamente , mas também o coletivo, infligindo leis que servem para o bem-estar social e a harmonia. Todavia , para reverter esse cenário é necessário educação de qualidade, pois apenas ela pode transformar para  melhor a vida tanto do infrator quanto toda a sociedade. 
      Infere-se, portanto, que sejam tomadas medidas para atenuar esse impasse.Para isso ocorra, o Ministério das Cidades juntamente com o da Segurança Pública deve haver medidas,a curto e a longo prazo , como a disponibilização de moradias nas periferias e nos centros citadinos e auxiliem também com todas necessidades fundamentais regidos por direito como saneamento básico ,energia elétrica e água. Para que isso ocorra será necessário parcerias público-privado oferecendo capital que será investido nessas habitações com materiais de construção e mão-de-obra.Espera-se, com isso ,que os índices de criminalidade atenuem e a inclusão social ocorra.Além disso,as escolas e faculdades,em parceria com os meios de comunicação em massa,deve inserir a discussão sobre esse tema no âmbito nacional,por intermédio de palestras e debates que seriam transmitidos,em horário nobre, com a participação de ministros e especialistas no assunto com o intuito de criar cidadãos com senso crítico.