É possível melhorar a aula de redação e reduzir custos?

Rodrigo de Oliveira de Educação

Nas aulas de redação, um dos maiores desafios para os professores não está na sala de aula e, sim, em uma grande tarefa extraclasse que deve ser rigorosamente cumprida: a correção dos textos.

Você se identificou com isso?

Saiba que não é o único! Até porque quando o acúmulo de tarefas é grande, muitos docentes se veem diante de um dilema: como preparar-se para a aula e dar a atenção devida para a devolutiva aos alunos quanto à produção dos textos. Sem contar o fluxo de papel de lá para cá.

O tempo do professor que é investido nisso acaba fazendo com que ele não tenha a disponibilidade e energia necessárias para uma função intransferível: preparar-se para a aula, identificar estratégias para tornar o repasse do conteúdo mais produtivo (e atrativo) e criar mecanismos de interação do aluno com o universo da produção textual, potencializando as competências exigidas pelo ENEM. Em linhas gerais, acaba não sendo vantagem para ninguém, até porque cada vez mais a cobrança tem sido firme nos indicadores da escola no ranking do exame.

Com esse desafio à frente, muitas escolas têm apelado para várias estratégias que passam até pela contratação de corretores específicos para redação. Nós, da Imaginie, criamos uma plataforma para facilitar isso e evitar a dor de cabeça que envolve o contrato de trabalho com um profissional específico. Outras soluções adotadas por muitas escolas também envolvem um aporte financeiro maior, o que pode não ser a realidade da sua instituição de ensino.

Ciente desses desafios, a plataforma da Imaginie reúne um time de ponta para fazer a correção da redação seguindo a mesma metodologia e os critérios do ENEM. Entre as vantagens está a possibilidade de envio de comentários e sugestões dos nossos professores, que funciona como um feedback sobre qual fator cada aluno precisa concentrar seus esforços para evoluir a sua escrita. Tudo isso com a agilidade da internet.

Nessa formatação de trabalho, outra clara vantagem é contar com um segundo olhar sobre a produção textual dos estudantes. Algumas escolas chamam essa metodologia de trabalho como “correção cega”, pois dá a oportunidade de outros professores especializados também emitirem seu parecer acerca da redação. Além de favorecer ao aluno para uma segunda opinião acerca de seus desafios, esse modelo também reduz um risco sobre o qual todos os professores contratados estão submetidos: o de revisar os textos a partir dos vínculos emocionais que carrega do aluno, a partir da vivência em sala de aula.

Por exemplo: o estudante que se destaca em participação na sala, tem um bom histórico, pode até ter caído um pouco de rendimento, mas essa experiência na sala faz com que o docente, mesmo que inconscientemente, não consiga notar essa queda (em função de outras compensações que o aluno traz no seu comportamento). Lógico que a avaliação não se deve levar em conta somente o exercício, mas no caso da preparação para o ENEM é fundamental esse segundo olhar para garantir, inclusive, que o conteúdo repassado está surtindo resultado entre os alunos.

Outras escolas aproveitam ainda esse retorno para avaliar o trabalho dos professores que dão aulas de redação. Há ainda quem se valha desta informação para potencializar ações que favoreçam o desenvolvimento textual dos alunos. Por exemplo, ao notar que a maior dificuldade está em determinada competência exigida pelo ENEM, é estabelecida uma ação para perseguir uma melhor proficiência. Com isso, você poderá ter ganhos no resultado da sua escola, evitando outros investimentos maiores.

Nossa recomendação é essa: aproveite muito bem o tempo das aulas de redação, pois ele tem uma responsabilidade imensa de potencializar o aprendizado e fazer com que o candidato tenha condições de apresentar uma ótima qualidade de texto, quando for exigido.

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