Tema de redação

Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil

26 de agosto de 2024

Proposta de Redação

A partir da leitura dos textos motivadores e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativo-argumentativo em modalidade escrita formal da língua portuguesa sobre o tema “Caminhos para combater a violência obstétrica no Brasil, apresentando proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Selecione, organize e relacione, de forma coerente e coesa, argumentos e fatos para defesa de seu ponto de vista.

TEXTO I

“Uma doula de 25 anos que acompanha gestantes no Oeste catarinense relatou ter presenciado violência obstétrica em dois hospitais da região. Intervenções desnecessárias e manobras para apressar o parto são algumas dessas situações. Além disso, disse ter sofrido violência obstétrica no próprio parto.”

Disponível em: <https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2022/10/04/doula-relata-casos-de-violencia-obstetrica-em-hospitais-de-sc.ghtml>

 

TEXTO II

Disponível em:<https://www.ufrgs.br/humanista/2022/08/09/um-olhar-para-a-violencia-obstetrica/> 

TEXTO III

“Não há lei federal no Brasil ou outro tipo de regulamentação nacional sobre o que configura ou não violência obstétrica. O termo é utilizado para caracterizar abusos sofridos por mulheres quando procuram serviços de saúde durante a gestação, na hora do parto, nascimento ou pós-parto. Os maus-tratos podem incluir violência física ou psicológica, podendo fazer da experiência do parto um momento traumático para a mulher ou para o bebê. Apesar de não haver lei específica, os atos entendidos como violações dos direitos das gestantes e parturientes podem ser enquadrados em crimes já previstos na legislação brasileira, como lesão corporal e importunação sexual, por exemplo. […] “A necessidade de punibilidade é urgente. Violência obstétrica é crime e precisa estar prevista na legislação federal. É um crime de violência que ainda ‘dialoga’ com o crime de gênero”, disse a coordenadora de educação, serviço e legislação da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (Abenfo), Kleyde Ventura de Souza.”

 

Disponível em:<https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2022/07/17/brasil-nao-tem-lei-federal-que-trate-de-violencia-obstetrica-ou-parto-humanizado-maioria-dos-estados-tem-legislacao-sobre-tema.ghtml>