A judicialização da saúde no Brasil.

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    Espera,filas extensas e falta de medicamentos são alguns dos problemas enfrentados por aqueles que procuram o SUS( Sistema Único de Saúde) que vigora no país. Em termos de política,a saúde em solo brasileiro acostumou-se a entrar em segundo plano,motivo pelo qual o sistema já apresentado vive sempre em uma precária condição. Isto é, as pessoas de poderio maior,não necessita dele,junto a isso as mesmas não dão atenção a ele. 
      Historicamente, quem chega ao poder,coloca em uma primeira pauta projetos de seus interesses e que lhes trarão futura renda. Como JK,que se voltou para a construção de Brasília e nos Planos 50 em 5; ditadores em obras faraônicas como a ponte Rio-Niterói. O atual governante do país,decidiu nos últimos dias cortas medicamentos,por exemplo,a insulina que o SUS distribuía à população que não possui acesso a compra. 
      O que vemos então é a delicada estrutura e falta de atenção e verbas que o SUS recebe. Com a falta de repasse econômico e em alguns casos de até materiais usados,a saúde em todo território está cada vez mais debilitada.Atrelado a tal fato, nota-se a crescente oferta de planos privados,que as vezes não é tão acessível para aqueles que realmente precisa,fazendo-os abrirem mão de oportunidades e bens para ter acesso a saúde de qualidade. 
       Dessa forma,a falta de medicamentos e pouca estrutura oferecida a população,faz com que a saúde fique sempre em um estado de mazela. Portanto,fica a cargo do governo uma maior 'atenção' e repasse de verbas ao Ministério da Saúde;juntamente com ONG's e sindicatos pela reinvidicação nas melhorias ao tratamento oferecido para a sociedade. Haja vista que,quando o atual presidente tomou uma facada durante sua campanha,foram médicos do SUS que prestaram os primeiros socorros.